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Le socialisme, la société et l’Etat.

 Voilà un très court texte pour illuster ce que nous entendons par un "Etat socialiste", nous tentons de nous questionner sur les grandes erreurs du XXe siècle à ce sujet et de proposer quelques pistes pour y remédier. Certe nous ne remettons pas en cause la nécessité d'un Etat (de nouveau type) mais nous tentons de prendre en compte les critiques justes qui ont été formulé lors des expériences du XXe siècle.

Le socialisme est un mode de production. C’est la socialisation (la mise en commun) de tous les outils de production. C’est le moment où le peuple se saisit des biens de la bourgeoisie capitaliste et (commence) à détruire le système. C’est dans cette péride que le peuple saisi les grands médias, les banques, les grandes surfaces etc. C’est durant cette période que nous mettons en place une économie faîte pour les besoins du peuple, que nous supprimons les salariat, que nous développons le plus possible le système de troc planifier dans l’optique de supprimer l’argent.

Le XXe siècle a connu différentes expériences d’Etats socialistes mais tous ont échoué à mener leurs missions à bien. Ces expériences nous permettent d’éviter de refaire les mêmes erreurs ad vitam aeternam. Pour cela nous pensons qu’il faut recommencer le chemin à partir de la dernière grande expérience révolutionnaire : la révolution chinoise. Repartir donc de l’expérience la plus récente mais aussi en écoutant toute une frange anarchiste dite anti-autoritaire car leurs critiques ne sont pas dénuer de tout fondement. 

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APPEL À DÉNONCER LE GOUVERNEMENT BRÉSILIEN !

Version Portuguais, Français, Anglais, Espagnol.

CHAMADA PARA A DENUNCIA DO GOVERNO BRASILEIRO! 

Neste exato momento , no Brasil, um massacre contra os camponeses pobres e sua liderança no Estado de Rondônia está em preparação. As forças repressivas do Estado e da União planejam um ataque contra camponeses pobres sob o falso pretexto de ocupação a uma reserva natural. Vários tumultos já ocorreram e os camponeses foram vitoriosos na primeira tentativa de despejo. Porém num recente discurso do Governador do Estado Confucius Moura, um proprietário de terras, ele descreve os agricultores como vândalos “e ” bandidos ” e prenuncia o pior.

 Com a intensificação da crise geral do capitalismo, a situação dos países semi- coloniais (os chamados do ‘Sul’) tornam-se cada vez mais difícil. A medida que a crise se aprofunda, a pressão imperialista sobre esses países para captar recursos e pegar novos mercados vem causando muitos transtornos. Mais aparente são as intervenções imperialistas militares diretas ou indiretas atuais ou recentes (Líbia , Mali, Afeganistão , Iraque, Síria, Central etc),rp_helicopteromas isso também significa para a classe trabalhadora e os povos da Ásia, da África, da Américas, um constante agravamento da sua situação social, além da devastação ecológica causada pela exploração monstruosa de tudo o que pode trazer alguns dólares ou euros.

O Brasil não é exceção a essa situação geral, estão por trás do crescimento e desenvolvimento orquestrado pelos gestores do PT e do FMI, na verdade se esconde uma situação dramática para uma grande parte da população. O levante popular de junho 2013 foi um lembrete de que os BRICS como “novos poderes” é uma quimera . A Copa do Mundo de Futebol em 2014, com os Jogos Olímpicos no Rio em 2016, traria a propaganda completa do Brasil do subdesenvolvimento , mas a realidade é teimosa !

Longe de sair da sua ligação com a sujeição dos países imperialistas, os governos da “esquerda” da América do Sul são, na verdade, o reino perfeito do reinado global dos monopólios. Isso contribui para um agravamento das condições de vida e das condições de trabalho, com rendas superiores a compreensão, a inflação galopante, cada vez mais a violência policial, os serviços sociais básicos em mau estado ou inexistente, a corrupção generalizada. 50 % do orçamento do Brasil é utilizado pagar a enorme dívida, bilhões são gastos em projetos de PAC, projetos de desenvolvimento de infra-estrutura, com o único propósito de satisfazer os monopólios imperialistas e bem proximo disso ha hospitais que estão sendo fechados…

A situação no campo é igualmente dramática, a reforma agrária prometida nunca chegou e, pior ainda, a repressão contra os movimentos camponeses aumenta. Execuções sumárias de líderes camponeses por milícias dos latinfudarios, tortura policial, intimidação, tudo é feito para criar um clima de terror entre as pessoas e os movimentos de resistência. Cinco milhões de famílias camponesas no Brasil não têm terra para cultivar e os latifúndios (grandes propriedades agrárias, marca do semi- feudalismo) e outros operadores agro-capitalistas estão presentes em todas as obras do Estado, enquanto o monopólio da mídia criminaliza sistematicamente qualquer desafio.

rp_fogoHoje, com o capitalismo global todas as lutas do mundo estão interligados, o Brasil como a Índia é uma peça central na economia global. É um pais-fazenda do mundo, dedicado à oferta global de alimentos mercantizados, e portanto, quanto mais avançar a revolução no Brasil mais enfraquecer o imperialismo, o mais que podemos lutar nos países imperialistas .

Chamamos todos os revolucionários e progressistas sinceros para apoiar as lutas revolucionárias e nesses países. Temos de sair de um eurocentrismo ideológica, a mudança vem da periferia do Velho Mundo, para onde o vento está soprando um mundo novo. Chamamos para apoiar a revolução agrária no Brasil e denunciar a violência contra as pessoas, especialmente aquelas que ocorrem no estado de Rondônia .

Fazemos uma chamada para o boicote, mais que nunca, da máfia chamada FIFA e da Copa do Mundo de 2014 e das futuras Olimpíadas no Rio de Janeiro, e para expor as mentiras do governante pseudo- esquerda do PT e da Dilma Rousseff.

Enviamos uma salvação fraternas e revolucionárias a todos os lutadores do povo brasileiros que lutam para arriscar a sua vida para uma humanidade liberada e igual.

VIVE A REVOLUÇÃO TERRA NO BRASIL !

VIVA A LUTA JUSTA DOS CAMPONESIS DO RONDÔNIA E EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO!

A BAIXO A FIFA !

NÃO VAI TER COPA !


Ont déjà exprimé leur soutien à cet appel / Have already expressed their support to this call / Ya expresaron solidaridad con este llamamiento :

- Servir le Peuple – Sheisau Sorelh – Auba Vermelha (Comité de Construction du Parti communiste révolutionnaire des Terres d’Òc, Occitània, État/Prison-des-Peuples “France”) [à l’initiative de l’appel]

- revue internationale Maoist Road (du PC maoïste d’Italie, PCmF, PCR Canada etc.)

Great Unrest Group / Yr Aflonyddwch Mawr (communiste-révolutionnaire de libération nationale, Pays de Galles, État “britannique”)

- collectif Feu de Prairie (média pour une culture révolutionnaire, État français)

Gran Marcha hacia el Comunismo (Madrid, État espagnol)

Action antifasciste Aube Champagne-Ardenne (État français)

- Comité de Construción do Partido Comunista maoísta de Galiza. (Galiza, État espagnol ; siteDazibao Rojo)

Libertat! (Gauche révolutionnaire d’Occitanie, État/Prison-des-Peuples “France”)

- Organisation communiste Futur Rouge et Parti Communiste Maoiste de France (PCmF)(État français).

Breizhistance Indépendance et Socialisme  (Breizh/Bretagne, État/Prison-des-Peuples “France”)

- O Bloque Independentista de Cuchas. (Puyalon de cuchas (organizacion politica, Purna a organizacion chuvenilA Clau Roya, Colectivio feminista , A Enrestida, Centro Social y Seira , Colectivo sindical estudiantil).(Aragon, Etat Espagnol.)

- Collectif Odio de Clase (Cantabrie, État espagnol)

Ateneu Proletário Galego. (Galiza, État espagnol)

OCML Voie Prolétarienne (État français)

D’autres soutiens peuvent bien sûr être apportés après publication de cet Appel. Il suffit de nous envoyer un message par le formulaire de contact, ou de laisser un commentaire.

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Reflexion sur les technologies

le-progres.jpgIl y a dans le mouvement révolutionnaire dans les pays impérialistes tout un courant 'anti-moderniste' qui rejette le progrès de la société industrielle puis aujourd'hui celui de la société robotisée comme étant plus aliénant

Nous pouvons les comprendre tant aujourd'hui la technologie est un puissant agent aliénant, dégradant et abrutissant. Mais ce que se courant ne comprend pas ce sont les causes aujourd'hui de cette dérive de la société technologique. Ce courant 'anti-moderniste' est fort au cœur des métropoles, cœurs du systèmes impérialistes où la technologie est la plus avancée, ou le capitalisme a le plus pénétré le corps social. Mais nous serions bien de mauvaise fois de ne pas reconnaître le bon qu'a fait l'humanité avec la technologie surtout quand une partie de l'humanité vis encore dans des conditions de vie quasi pré-industriel.

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Déclaration internationale maoïste pour le 1er Mai 2013

internacionalisme.jpgLes masses populaires veulent renverser les gouvernements capitalistes, impérialistes et les gouvernements qui les servent !

Les prolétaires veulent s’unir pour le Parti de la révolution !

Les communistes soutiennent les luttes anti-impérialistes et développent les Guerres Populaires pour la révolution prolétarienne mondiale!


L'impérialisme est le «stade suprême du capitalisme » - une étape de « parasitisme et putréfaction» (Lénine, L'impérialisme, stade suprême du capitalisme).Il s’agit aujourd’hui de l’enterrer au plus vite. La crise du capitalisme est comme une maladie chronique qui le tourmente. Elle crée les conditions pour sa mort.  

La crise du capitalisme, c’est avant tout une crise de surproduction : « Au cours des crises, une épidémie qui, a tout autre époque, eût semblé une absurdité, s’abat sur la société – l’épidémie de surproduction. La société se trouve ramenée à un état de barbarie momentanée. » (Marx et Engels, Manifeste du Parti Communiste)

Mais à l’heure où la bourgeoisie intensifie ses efforts pour faire payer la crise aux masses populaires, il est bon de rappeler ce qu’ont écrit Marx et Engels il y a plus de 150 ans dans le Manifeste : « Les armes dont la bourgeoisie s’est servie pour abattre la féodalité se retournent aujourd’hui contre la bourgeoisie elle-même. Mais la bourgeoisie n’a pas seulement forgé les armes qui la mettront à mort : elle a produit les hommes qui manieront ces armes – les ouvriers modernes, les prolétaires. »

Aujourd’hui, le prolétariat mondial n’a jamais été si nombreux. L’ensemble des masses populaires représente au moins 90 % de la population et ce sont ces 90% qui sont concernés par cette crise et qui ont besoin d’un changement radical de société. « Le mouvement prolétarien est le mouvement autonome de l’immense majorité dans l’intérêt de l’immense majorité. »(Idem)


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La fin de la social démocratie.

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Une fois la Seconde Guerre mondiale terminée, sur les ruines de l'humanité, le capitalisme put repartir dans un nouveau cycle de croissance. Le résultat de la lutte héroïque menée par les communistes durant la Résistance, fut le caractère social du Gouvernement Provisoire de la République Française. Ce n'est pas le nouveau gouvernement qui était intrinsèquement progressiste, mais bien le fait qu'à ce moment là, beaucoup d'ouvriers et de paysans étaient formés à la lutte armée, possédaient un savoir-faire et surtout une organisation de classe puissante, le PCF. Avec la peur des 'rouges' et le capitalisme enfin sorti de sa première crise, la bourgeoisie capitaliste était prête à concéder des avancées de civilisations. Ce 'capitalisme à visage humain', possible grâce à une nouvelle grande accumulation de capitaux (et largement aussi, disons-le, grâce au pillage des colonies extra-européennes, devenus pour la plupart 'indépendantes' dans les années 50-60), marqua ce que nous nommons dans la mémoire collective les 'Trentes Glorieuses'. C'est dans ce cadre là qu'un régime politiquement et socialement réactionnaire, tel que la Ve République du Général De Gaulle, peut aujourd'hui passer pour 'progressiste', pour un 'bon vieux temps' que les plus anciens ressassent avec nostalgie. Telle est l'ambivalence éternelle de la social-démocratie et même, plus largement, de toute 'politique sociale' de type keynésienne (puisque la social-démocratie elle-même, finalement, fut peu au pouvoir en 'France' entre 1945 et 1975) : à la fois résultat de la pression des masses, et instrument chargé de contenir celle-ci.


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D'où vient le capitalisme???

temps-modernes-22-g.jpgQu'est ce que concrêtement le capitalisme, voilà une bonne question que bien peu maîtrise dans son intégralité. Nous vous offrons aujourd'hui un texte tiré du manifeste du (n)PCI qui explique d'où vient le capitalisme. Nous avons vue récemment la nature de la crise du capitalisme (ici) et maintenant vous en serez un peu plus sur sa nature. Connaître l'ennemie doit être la base de tout engagement politique.


Le capitalisme naît là où le possesseur de moyens de production et de biens de consommation, ou de l'argent avec lequel il peut les acquérir (donc la naissance ducapitalisme implique, présuppose un certain degré de développement de la production mercantile), rencontre l'ouvrier "libre" vendeur de sa force de travail(capacité laborieuse) . Dans le capitalisme, la force de travail assume la forme (le rôle, la fonction) d'une marchandise qui appartient à l'ouvrier : une marchandise qui est vendue (par l'ouvrier) et achetée (par le capitaliste) comme toute autre marchandise. Dans le capitalisme, elle est donc une valeur et a une valeur d'échange : celle-ci s'appelle le salaire. L'activité de l'ouvrier, par conséquent, assume la forme de travail salarié. La valeur d'échange de la force de travail, comme la valeur d'échange de toute marchandise, est déterminé par le temps de travail socialement nécessaire à sa production. Par conséquent, la valeur d'échange de la force de travail est la valeur d'échange des biens de consommation et des services nécessaires pour maintenir l'individu travailleur dans son état présent de vie et de travail, dans le pays donné et dans l'époque donnée, et pour maintenir sa famille : c'est-à-dire, pour assurer la reproduction de la marchandise - force de travail. L'ouvrier vend pour un temps déterminé sa force de travail en échange d’un salaire. Le capitaliste devient propriétaire, pour ce temps, decette marchandise et il la consomme dans son entreprise, dans son usine. La durée du travailde l’ouvrier est supérieure à celle (dite travail nécessaire) nécessaire à l'ouvrier pour produire, dans les marchandises finales, une valeur d'échange égale à celle (le salaire) qu'il reçoit en échange de la force de travail qu'il a vendu. Le capitaliste fait donc produire à l'ouvrier des valeurs d'échange dont il ne paye pas l'équivalent. Il s'approprie une valeur d'échange additionnelle à celle qu'il a anticipée par le salaire. Cette valeur additionnelle est appelée plus-value: elle est le produit du surtravail, le travail que l'ouvrier accomplit en plus du travail nécessaire.


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