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APPEL À DÉNONCER LE GOUVERNEMENT BRÉSILIEN !

Version Portuguais, Français, Anglais, Espagnol.

CHAMADA PARA A DENUNCIA DO GOVERNO BRASILEIRO! 

Neste exato momento , no Brasil, um massacre contra os camponeses pobres e sua liderança no Estado de Rondônia está em preparação. As forças repressivas do Estado e da União planejam um ataque contra camponeses pobres sob o falso pretexto de ocupação a uma reserva natural. Vários tumultos já ocorreram e os camponeses foram vitoriosos na primeira tentativa de despejo. Porém num recente discurso do Governador do Estado Confucius Moura, um proprietário de terras, ele descreve os agricultores como vândalos “e ” bandidos ” e prenuncia o pior.

 Com a intensificação da crise geral do capitalismo, a situação dos países semi- coloniais (os chamados do ‘Sul’) tornam-se cada vez mais difícil. A medida que a crise se aprofunda, a pressão imperialista sobre esses países para captar recursos e pegar novos mercados vem causando muitos transtornos. Mais aparente são as intervenções imperialistas militares diretas ou indiretas atuais ou recentes (Líbia , Mali, Afeganistão , Iraque, Síria, Central etc),rp_helicopteromas isso também significa para a classe trabalhadora e os povos da Ásia, da África, da Américas, um constante agravamento da sua situação social, além da devastação ecológica causada pela exploração monstruosa de tudo o que pode trazer alguns dólares ou euros.

O Brasil não é exceção a essa situação geral, estão por trás do crescimento e desenvolvimento orquestrado pelos gestores do PT e do FMI, na verdade se esconde uma situação dramática para uma grande parte da população. O levante popular de junho 2013 foi um lembrete de que os BRICS como “novos poderes” é uma quimera . A Copa do Mundo de Futebol em 2014, com os Jogos Olímpicos no Rio em 2016, traria a propaganda completa do Brasil do subdesenvolvimento , mas a realidade é teimosa !

Longe de sair da sua ligação com a sujeição dos países imperialistas, os governos da “esquerda” da América do Sul são, na verdade, o reino perfeito do reinado global dos monopólios. Isso contribui para um agravamento das condições de vida e das condições de trabalho, com rendas superiores a compreensão, a inflação galopante, cada vez mais a violência policial, os serviços sociais básicos em mau estado ou inexistente, a corrupção generalizada. 50 % do orçamento do Brasil é utilizado pagar a enorme dívida, bilhões são gastos em projetos de PAC, projetos de desenvolvimento de infra-estrutura, com o único propósito de satisfazer os monopólios imperialistas e bem proximo disso ha hospitais que estão sendo fechados…

A situação no campo é igualmente dramática, a reforma agrária prometida nunca chegou e, pior ainda, a repressão contra os movimentos camponeses aumenta. Execuções sumárias de líderes camponeses por milícias dos latinfudarios, tortura policial, intimidação, tudo é feito para criar um clima de terror entre as pessoas e os movimentos de resistência. Cinco milhões de famílias camponesas no Brasil não têm terra para cultivar e os latifúndios (grandes propriedades agrárias, marca do semi- feudalismo) e outros operadores agro-capitalistas estão presentes em todas as obras do Estado, enquanto o monopólio da mídia criminaliza sistematicamente qualquer desafio.

rp_fogoHoje, com o capitalismo global todas as lutas do mundo estão interligados, o Brasil como a Índia é uma peça central na economia global. É um pais-fazenda do mundo, dedicado à oferta global de alimentos mercantizados, e portanto, quanto mais avançar a revolução no Brasil mais enfraquecer o imperialismo, o mais que podemos lutar nos países imperialistas .

Chamamos todos os revolucionários e progressistas sinceros para apoiar as lutas revolucionárias e nesses países. Temos de sair de um eurocentrismo ideológica, a mudança vem da periferia do Velho Mundo, para onde o vento está soprando um mundo novo. Chamamos para apoiar a revolução agrária no Brasil e denunciar a violência contra as pessoas, especialmente aquelas que ocorrem no estado de Rondônia .

Fazemos uma chamada para o boicote, mais que nunca, da máfia chamada FIFA e da Copa do Mundo de 2014 e das futuras Olimpíadas no Rio de Janeiro, e para expor as mentiras do governante pseudo- esquerda do PT e da Dilma Rousseff.

Enviamos uma salvação fraternas e revolucionárias a todos os lutadores do povo brasileiros que lutam para arriscar a sua vida para uma humanidade liberada e igual.

VIVE A REVOLUÇÃO TERRA NO BRASIL !

VIVA A LUTA JUSTA DOS CAMPONESIS DO RONDÔNIA E EM QUALQUER LUGAR DO MUNDO!

A BAIXO A FIFA !

NÃO VAI TER COPA !


Ont déjà exprimé leur soutien à cet appel / Have already expressed their support to this call / Ya expresaron solidaridad con este llamamiento :

- Servir le Peuple – Sheisau Sorelh – Auba Vermelha (Comité de Construction du Parti communiste révolutionnaire des Terres d’Òc, Occitània, État/Prison-des-Peuples “France”) [à l’initiative de l’appel]

- revue internationale Maoist Road (du PC maoïste d’Italie, PCmF, PCR Canada etc.)

Great Unrest Group / Yr Aflonyddwch Mawr (communiste-révolutionnaire de libération nationale, Pays de Galles, État “britannique”)

- collectif Feu de Prairie (média pour une culture révolutionnaire, État français)

Gran Marcha hacia el Comunismo (Madrid, État espagnol)

Action antifasciste Aube Champagne-Ardenne (État français)

- Comité de Construción do Partido Comunista maoísta de Galiza. (Galiza, État espagnol ; siteDazibao Rojo)

Libertat! (Gauche révolutionnaire d’Occitanie, État/Prison-des-Peuples “France”)

- Organisation communiste Futur Rouge et Parti Communiste Maoiste de France (PCmF)(État français).

Breizhistance Indépendance et Socialisme  (Breizh/Bretagne, État/Prison-des-Peuples “France”)

- O Bloque Independentista de Cuchas. (Puyalon de cuchas (organizacion politica, Purna a organizacion chuvenilA Clau Roya, Colectivio feminista , A Enrestida, Centro Social y Seira , Colectivo sindical estudiantil).(Aragon, Etat Espagnol.)

- Collectif Odio de Clase (Cantabrie, État espagnol)

Ateneu Proletário Galego. (Galiza, État espagnol)

OCML Voie Prolétarienne (État français)

D’autres soutiens peuvent bien sûr être apportés après publication de cet Appel. Il suffit de nous envoyer un message par le formulaire de contact, ou de laisser un commentaire.

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Servir le Peuple?

Après les éructations de Mélenchon sur les mobilisations populaire en Bretagne, le PCF/FdG continue sur sa lancée en défendant la spéculation immobilière organisée par la classe bourgeoise pour ses loisirs, aux dépens des classes populaires.

Ce communiqué, que vous pouvez lire ici, s’attaque aux actions de résistances des Basques face à la dépossession de leur terre et l’impossibilité pour les classes populaires d’y vivre décemment. Le communiqué commence sur les chapeaux de roue en condamnant ‘avec la plus grande énergie’ ces actions de résistance populaire ; nous ne pouvons qu’être passablement 'étonnés' (enfin, seulement à moitié, connaissant le passif) de retrouver dans la bouche d’un Parti se revendiquant des droits du peuple le même lexique que celui de la place Beauvau, passons. S’il n’y avait que cela, nous pourrions mettre ce type de mimétisme langagier sur le compte de l’habitude de côtoyer et de participer au pouvoir.

La suite du communiqué est bien plus grave car elle criminalise la résistance populaire. Pour le PC/FdG cette politique « criminelle est inadmissible » et de plus elle ne serait pas « les bons moyens ». Le PCF/FdG devrait savoir, en tant que (prétendus) 'marxistes', que là où il y a oppression il y a résistance et que si des gens décident de risquer des années de prison, c’est que la situation nécessite autre chose qu’une réponse « démocratique », c’est-à-dire suspendue à une hypothétique victoire (qui n’arrivera pas) des idéaux égalitaires par les urnes. Sachant que le PCF, d’après son nom, se revendique du communisme, nous lui proposons dans la foulée de relire quelques classiques de la littérature marxiste : Le rôle de la violence dans l’histoire ou l’Anti-Dühring de de F. Engels, le Manifeste du Parti communiste du même auteur et de K.Marx ou encore L’État et la révolution de V.I. Lénine. Tout y expliqué, notamment sur le rôle incontournable de la violence dans l’histoire et la nécessité de détruire l'ancien pour construire le nouveau. En bref, communisme et non-violence est un oxymore, là encore nous mettons cela sur le compte du trop long contact incestueux avec la démocratie bourgeoise, qui n’autorise la violence que quand elle est de son 'légitime' ressort.

Le PCF/FdG continue dans la même veine en dénonçant la question ‘identitaire’. Là aussi, nous leur répondons qu’il n’est pas question ‘d’identité’ mais bien de droit des peuples à l’autodétermination, autre concept très important pour tout marxiste conséquent. Les Basques savent très bien qui ils sont et ils demandent avec justesse quelques droits démocratiques légitimes, notamment la séparation d’avec l’État qui les nie. Nous espérons simplement que l’utilisation de ce vocabulaire n’est pas confondre le juste droit des Basques à leur liberté avec un mouvement éponyme à tendance fasciste, n’est-ce pas ?

En continuant, nous tombons dans l’absurde et nous voyons ce même Parti défendre le 'droit' des gens à venir s’installer où ‘il fait bon vivre’. Pourquoi pas, en soi nous n'y sommes pas opposés. Sauf qu’il oublie de préciser que cette ‘volonté de bien vivre’ s'inscrit purement dans un cadre de loisir et que c’est l’apanage de la bourgeoisie des grandes métropoles. Que les vacances et le bien-être de quelques uns durant un ou deux mois empêchent aux personnes les plus fragiles de se loger. Ces mêmes classes qui n’ont pas les moyens d’aller ailleurs pour ‘bien vivre’, et qui de toute manière ne le veulent pas, puisqu'apparemment il fait ‘mal vivre’ ailleurs et parce que tout simplement c’est, ici, chez eux. Le PCF/FdG devrait se demander pourquoi il fait encore ‘bien vivre’ au Pays Basque et beaucoup moins dans les immenses métropoles, vidées de sens, simplement livrées aux bacchanales de la marchandise…

Nous voyons le PCF/FdG défendre ce que K. Marx a dénoncé comme la plus grande aliénation du capitalisme, la supériorité de la marchandise sur l’humain, qu’il a résumée dans la formule : « la mort saisit le vif ». En un mot, il est plus important pour le PCF/FdG de défendre quelques biens immobiliers (bien mal acquis sur l’exploitation du plus grand nombre en plus) que d’être du côté du Peuple. Mais pourquoi cet empressement pour le moins ‘anticommuniste’, si ce n’est par opportunisme électoral ? Si tel est le cas nous proposons au PCF/FdG quelques solutions à proposer à leurs électeurs, allant dans un sens résolument égalitaire :

  • Interdire les agences immobilières.

  • Priorité aux populations locales

  • Fixer le prix du m² de manière autoritaire.

  • Saisir les logements vides et les redistribuer aux personnes en besoin et mal-logé.

  • Appuyer les occupations des maisons vides.

  • Fixer les loyers des HLM à 5% du salaire et des loyers privées à 15%.

  • Annuler les dettes absurdes sur des dizaines d’années contractées par les classes populaires pour acheter un logement.

  • Interdiction de construire sur des terres arables.

  • Et nous rajouterons le droit à l’autodétermination de tous les peuples.

Voilà quelques mesurettes qui rapprocheraient le PCF/FdG des vrais problèmes des classes exploitées et qui auraient un semblant de politique égalitaire, ce qui ne serait pas plus mal en ces temps de montée du fascisme. Mais il est vrai que ce Front ne se revendique même plus d’un État socialiste du Peuple, ni même de l’anticapitalisme mais bien de l’antilibéralisme, cache sexe sémantique pour dire en fin de compte... rien du tout.

Nous trouvons par contre franchement burlesque que ce Parti vienne donner des leçons de politique au Peuple basque. Normalement, un Parti communiste devrait être toujours du côté du peuple (le camp du peuple est notre camp), non pas en dictant ce qu’il doit faire mais en le servant. L’utilisation de la violence dans ce cas n’est pas à discuter, car c’est à l’exploité qui résiste de choisir ses moyens et à nous militants politiques de proposer des réponses pour transformer la réalité et changer le monde. Mais de là à être révolutionnaire, il n’y a qu’un pas, et nous comprenons que la vielle machinerie usée du PCF/FdG ne se risquera pas à un tel saut dans le vide.

Pour autant, nous savons qu'il y a de nombreux militants sincères cachés derrière les ambitions de quelques dents longues aux idées courtes : nous disons à ces camarades que la porte du comité de construction du Parti communiste des terres occitanes est ouverte pour venir lutter pour une véritable politique égalitaire devenue urgente. 

Comité de Construction pour le Parti communiste révolutionnaire des Terres d'Òc : Déclaration du 11 Novembre

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Il y a 95 ans, le 11 novembre 1918, les armes se taisaient (à l'Ouest en tout cas !) sur une Europe transformée en un vaste cimetière. Pour l'État français, ce sera même la plus grande boucherie d'ouvriers, de paysans et autres travailleurs de sa lamentable histoire, bien devant le 'grand' Napoléon et même derrière l'autre guerre qui suivra : 1 400 000 morts, plus de 3% de la population et donc 6% des hommes (mais aussi plusieurs milliers de femmes, infirmières etc.), un mobilisé sur six et même 1/3 de ceux réellement envoyés en première ligne...

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Une telle saignée que la population "française", malgré une immigration importante, en stagnera autour de 40 millions pendant près de 30 ans, jusqu'au fameux "baby boom"... 

Dans cette Grande Boucherie causée par l'impérialisme, stade suprême putréfié du capitalisme qui nous exploite, asservit et mitraille quand nous osons relever la tête ; causée pour être exact par la saturation du partage impérial de la planète qui avait, en apparence seulement, "résolu" la grande crise générale du système commencée vers 1870 ; les Peuples périphériques et colonisés, Occitans et Bretons, Corses et Basques, Ch'tis et Lorrains comme Catalans et banlieusards de Paname (venus de tout l'État), Maghrébins, Africains et Caraïbes, payeront comme en s'en serait douté le plus lourd tribut aux règlements de comptes de leurs oppresseurs ; très largement sur-représentés au nombre des victimes, morts, mutilés ou invalides à jamais (évidemment sur-représentés puisque pour nous un "français" est avant tout une notion de classe, quelqu'un qui a sa "niche écologique" sociale dans le "système France", et ces gens-là étaient rarement en première ligne). Ainsi, les départements occitans auraient-ils totalisé 329.000 morts selon l'état-civil et 362.000 selon les décomptes militaires, pour une population d'environ 8,7 millions soit plus de 4% de la population et 8% des hommes, parfois plus de 10% comme en Auvergne, 17% des mobilisés à Montpellier ou Toulouse et même 19% à Limoges. Les Peuples breton, corse, basque ou catalan peuvent avancer des chiffres similaires.

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Des millions d'ouvriers et de paysans, qui n'avaient rien demandé à personne sinon de gagner le moins péniblement possible leur pain quotidien, furent arrachés à leurs champs et à leurs quartiers et jetés du jour au lendemain dans des trains les conduisant directement au bourbier des tranchées, pour s'y faire cribler par la mitraille et les éclats d'obus, enivrés à mort par la piquette pour obtenir une obéissance impossible à obtenir autrement, celle au sacrifice de soi pour l'intérêt de messieurs bien au chaud dans leurs hôtels particuliers de Paris et d'ailleurs. Et lorsque cette obéissance n'était pas au rendez-vous, c'était le conseil de guerre spécial (sans appel) et au bout, le peloton d'exécution, dans quelques mutineries restées célèbres mais aussi pour la moindre insubordination envers une vermine galonnée (hors officiers de métier, le grade dépendait bien sûr de la position sociale) si l'on était à moins de 15 km des tranchées "ennemies", ou encore pour des soldats rendus hagards par l'explosion permanente des obus (shell shock), pour des mutilations volontaires ou non : des centaines de cas recensés et sans doute des milliers d'autres "oubliés", exécutés sommairement etc. Le pouvoir de l'État-major était absolu.

gueule casseeTel était le sens et la portée du délirium "patriotique" BBR dans lequel baignait la société hexagonale depuis quatre décennies, à coup de "tu seras soldat" au tableau noir et de "parlez français, soyez propres" sous le préau : faire de nos Peuples, sauvagement annexés par les "grands rois qui ont fait la France" du Petit Lavisse, de bons petits soldats à l'usine et, lorsque le besoin s'en ferait sentir, de la chair à canon aux tranchée. Car telle est la destinée de tous les périphériques dans les États qui les ont périphérisés...

Rien n'a d'ailleurs bien changé aujourd'hui, les armées sont certes professionnalisées et technologisées, et en principe les milices autochtones font l'affaire sur des champs de bataille désormais bien loin de l'Europe, mais on n'est jamais trop prudent et dans tous les cas on formate le "soldat opinion" ; on déshumanise à coup d'islamophobie et autres immondices idéologiques ces peuplades pas-comme-nous qui se révoltent ou dont tout simplement l'élite a l'outrecuidance d'"émerger" outre mesure ; et l'on ménage au cas où un peu d'anti-américanisme à coup d'"anti-impérialisme" de pacotille : ce sont "nos" alliés certes, mais on ne sait jamais. Il est cependant un peu tard, messieurs d'en "haut", car si votre propagande en aliène hélas encore trop, beaucoup dans nos Peuples ont fini par prendre conscience ; et ils et elles se préparent à vous livrer une GUERRE PROLONGÉE, aussi prolongée qu'il le faudra, qui s'achèvera avec vos têtes au bout d'une pique si la seule TERREUR de cette perspective ne vous a pas fait détaler avant, vers chez qui voudra bien de vous. Mais revenons à notre sujet.

Guerre 14-18-Généraux Joffre et de Castelnau-1914La "république" célébrée alors depuis 40 ans avec tambours et trompettes avait donc montré son hideux visage de classe à ceux et celles qui, dans l'insouciance de la "Belle époque", auraient eu oublié le sang des Communes de 1871. La république bourgeoise aux parlementaires transis dans leur couardise de notables (beaucoup de pseudo-'socialistes' y compris, après la mort de Joan Jaurès dont on peut penser ce que l'on veut du socialisme antimarxiste, mais qui a néanmoins sacrifié sa vie face à l'hubris militariste) ; république passée sous la coupe du président ultra-réactionnaire Poincaré et des hauts-gradés de la "dictature de Chantilly" (le QG des opérations) ; avant de trouver son dictator providentiel en l'inénarrable Clemenceau, vendéen "républicain" mais pas moins versaillais, le sabreur de notre Grande Révolte de 1907 ; pour une "victoire" finalement et totalement due... pas même aux renforts yankees, mais à l'héroïque2009 01 21 cimetiere douaumont inside soulèvement révolutionnaire des Peuples allemands. 

Toute la putrescence d'un système criminel depuis sa naissance, mais désormais psychopathe dans son agonie s'étalait là sur les champs de ruines et de petites croix blanches. Comble du comble, ce crime abject contre l'humanité ne résoudra RIEN à la crise générale du capitalisme qui l'avait engendré, il ne fera même que la rendre plus aigüe encore. En Europe s'ouvrira l'ère des fascismes, préparant la nouvelle guerre qui sera plus barbare et dévastatrice encore.

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Le Traité de Versailles, l'occupation de la Rhénanie puis de la Ruhr imposeront une inhumaine politique des "réparations" aux Peuples d'Allemagne, dont la rancœur légitime et les cris du ventre vide iront nourrir la fraction la plus agressive et revancharde de la bourgeoisie impérialiste : oui, il est possible de dire et nous disons haut et fort que Clemenceau et Poincaré ont fait Hitler ; oui mesdames et messieurs les drapés-de-tricolore, de Marine Le Pen à Mélenchon jusqu'aux jacobinards vernis de rouge voire de noir*, votre Fraaaaance a objectivement sur les mains, en plus du sang des 'poilus' de 14-18, celui des 50 millions de victimes de la boucherie suivante et des 6 millions de génocidé-e-s des camps !

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Mais nous n'oublions pas non plus, bien sûr, un autre aspect,lumineux celui-là : l'AUBE ROUGE qui au bout de cette longue nuit s'était levée sur les grandes plaines de l'Est, la Grande et Glorieuse Révolution bolchévique d'Octobre, coup d'envoi de lapremière vague révolutionnaire mondiale qui allait faire trembler le Capital dans ses chiottes en or et dont nous prenons aujourd'hui le relais, dont nous recueillons fièrement l'héritage pour mener laNOUVELLE VAGUE qui se lève dans le monde entier à la Victoire, où notre Peuple occitan enchaîné depuis 8 siècles dans la Grande Prison des Peuples nommée 'France' gagnera enfin sa liberté nommée socialisme, comme tous les Peuples de la planète. 

 

Tout ceci ayant été dit, nous tenons aussi à rappeler que :

Ferdinand Foch, maréchal de France, de Grande-Bretagne et de Pologne, est né le 2 octobre 1851 à Tarbes (Bigorre), fils de fonctionnaire commingeois, polytechnicien [aujourd'hui son nom est souvent donné aux avenues les plus bourgeoises des villes, les possédants savent reconnaître leurs sinistres héros] ;

Joseph Jacques Césaire Joffre est né le 12 janvier 1852 à Rivesaltes (Catalogne Nord), fils de tonnelier aisé, polytechnicien ;

Joseph Simon Gallieni est né le 24 avril 1849 à Saint-Béat en Haute-Garonne (Comminges), fils d'un officier d'origine lombarde, passé par le Prytanée de La Flèche et Saint-Cyr ; 

Robert Georges Nivelle est né le 15 octobre 1856 à Tulle (Limousin), fils de notables, polytechnicien ;

comme avant eux Adolf (la faute est volontaire) Thiers était de Marseille (fils de parvenu affairiste douteux), Napoléon Bonaparte était corse (famille aristocratique) et un nombre considérable de ses maréchaux occitans...

caricature-marianneVoilà qui montre bien jusqu'où les "élites" et autres "méritocraties" "occitanes" et globalement "méridionales" vendues sont prêtes à mener notre Peuple : à l'abattoir ; et ce qu'est et doit encore et toujours être notre lutte : une GUERRE DU PEUPLE. Comme toujours dans l'histoire et partout dans le monde, les contremaîtres sont pires que les maîtres.

Que les clowns "occitanistes" bourgeois aillent butiner leurs strapontins municipaux et cantonaux avec leurs copains du PS, d'EELV, du Modem ou du Nouveau Centre quand ce n'est pas carrément de l'UMP.
Que les vermines maurrassiennes à la Bompard et Roudier, qui veulent encore et toujours faire de nòstra Occitània une "petite patrie charnelle" dans leur "Grande France" impérialiste, reçoivent à la gueule le crachat de notre haine de classe mêlé au sang versé de nos anciens.

Notre victoire est au bout du fusil ; et les séides bleus-blancs-rouges pourront toujours nous fusiller comme nos aïeux "désobéissants devant l'ennemi", nous tomberons en chantant laLibertat et nos idées voleront vers d'autres qui, eux, les fusilleront à leur tour comme ils le méritent !   

Puslèu morir de pè que vivir de genolhons,

 LIBERTAT, SOCIALISME O LA MÒRT !

Sur la 'marche des Salopes'

14a.jpgNote de Sheisau Sorelh: Alors que les FEMENs s'agitent et que la question féminine baigne dans un féminisme séparé, bien souvent, de la question révolutionnaire, nous proposons un texte des camarades brésiliennes du MFP (Movimento Femino Popular) réagissant à la 'marche des Salopes' au Brésil. Nous pensons que leurs positions sont dans une ligne juste. Bien entendu tout cela ne peut qu'amener au débat, mais leurs positions de classes est pour nous supérieur à l'idée de 'féminisme' c'est à dire enfin de compte une simple question de genre homme/femme alors que la base de l'oppression vient du capitalisme. Les femmes doivent partir à la conquête de la moitié du ciel, elle n'y arriveront que sur des positions justes.

Texte tiré du journal A Nova Democracia ici

Ni salopes, ni saintes : soyons révoutionnaires

Une autre opinion ...

Dans la société où nous vivons, où la grande majorité de la population est exploitée et que leurs droits les plus élémentaires bafoués sur une base quotidienne, nous, les femmes sommes la partie la plus opprimée et dégradée de la classe ouvrière. C'est parce que, en plus de subir le poids de l'exploitation capitaliste et de recevoir des salaires inférieurs à ceux des hommes dans notre classe, nous subissons l'oppression sexuelle millénaire. Les travailleurs, enseignants, agriculteurs, etc., C'est à dire 90% de femmes dans notre société sont doublement exploités et opprimés. Cette oppression sexuelle est née avec la propriété privée et est représentée dans la forme monogame de la famille patriarcale, dans laquelle la femme est un esclave du ménage, responsable de pénibles travaux domestiques et de la souffrance invisible et des humiliations sans fin et de formes de violences ouvertes et cachées, physique et / ou psychologiques, sexuelles et morales, dans et en dehors de la famille.

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Bulletin n°8

poing-americain-jpg.gifIl est bon ton de nos jours de voir sur les réseaux sociaux dans les milieux politiques une mise en avant de la violence. Elle s'expriment souvent en réaction à l'actualité sous fond de montée de l'extrême droite. Nous assistons à la banalisation et une surenchère virtuelle de la violence crue comme réponse à une autre banalisation celle de la violence fasciste bien réelle. Facebook à cette fâcheuse tendance a être un défouloirs à base de testostérone, hormones que le milieu militant d'extrême gauche à l'air d'affectionner, sans différence de sexe.

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Déclaration internationale maoïste pour le 1er Mai 2013

internacionalisme.jpgLes masses populaires veulent renverser les gouvernements capitalistes, impérialistes et les gouvernements qui les servent !

Les prolétaires veulent s’unir pour le Parti de la révolution !

Les communistes soutiennent les luttes anti-impérialistes et développent les Guerres Populaires pour la révolution prolétarienne mondiale!


L'impérialisme est le «stade suprême du capitalisme » - une étape de « parasitisme et putréfaction» (Lénine, L'impérialisme, stade suprême du capitalisme).Il s’agit aujourd’hui de l’enterrer au plus vite. La crise du capitalisme est comme une maladie chronique qui le tourmente. Elle crée les conditions pour sa mort.  

La crise du capitalisme, c’est avant tout une crise de surproduction : « Au cours des crises, une épidémie qui, a tout autre époque, eût semblé une absurdité, s’abat sur la société – l’épidémie de surproduction. La société se trouve ramenée à un état de barbarie momentanée. » (Marx et Engels, Manifeste du Parti Communiste)

Mais à l’heure où la bourgeoisie intensifie ses efforts pour faire payer la crise aux masses populaires, il est bon de rappeler ce qu’ont écrit Marx et Engels il y a plus de 150 ans dans le Manifeste : « Les armes dont la bourgeoisie s’est servie pour abattre la féodalité se retournent aujourd’hui contre la bourgeoisie elle-même. Mais la bourgeoisie n’a pas seulement forgé les armes qui la mettront à mort : elle a produit les hommes qui manieront ces armes – les ouvriers modernes, les prolétaires. »

Aujourd’hui, le prolétariat mondial n’a jamais été si nombreux. L’ensemble des masses populaires représente au moins 90 % de la population et ce sont ces 90% qui sont concernés par cette crise et qui ont besoin d’un changement radical de société. « Le mouvement prolétarien est le mouvement autonome de l’immense majorité dans l’intérêt de l’immense majorité. »(Idem)


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Vive le 8 mars!

mlher22.jpgPour célébrer à notre manière le 8 mars, Sheisau Sorelh propose un témoignage traduit par nos soins d'une guerrilla trés peu connue qui se déroula de 1972 à 1974 dans le brésil soumis à la dictature militaire et à l'impérialisme. Nous vous proposons à la suite un témoignage d'une héroine du peuple morte au champ d'honneur. La Guerilha da Araguaia est un fait marquant de la lutte contre les dictatures et l'impérialisme Yankee en Amérique. Ce témoignage nous éclaire de plus sur les erreurs à ne pas commettre, c'est donc un document important pour nous communiste. Surtout qu'au Brésil comme dans d'autres pays de la région l'histoire n'est pas finie, des groupes veulent par exemple organiser cette année un hommage au coup d'état militaire de 64. De plus tous les problèmes dénonçés par les communistes de cette époque restent d'actualité, extrême pauvreté, violences, corruption, destinée soumis à l'impérialisme etc. Notre meilleurs hommage est de continuer leur combat avec force et détermination. Ce texte est tiré du journal nova democracia, Bonne lecture.



Le 12 avril 1972 se déroule le premier affrontement armé de l'héroique Guérilla de l'Araguaia dans le nord du Brésil. Maurício Grabois, dirigeant du Parti Communiste du Brésil, membre de son Comité Central, de sa Commission Militaire et commandant de la Guerilla, inscrit comme cela l'événement dans son journal :

« 30/04 – A commencé la Guerre Populaire le 12/04. L'ennemie, sûrement informé par quelques dénonciations, a attaqué par surprise le Peazão (na Faveira, na beira do Araguaia) entre 15 et 16h de ce jour là. Avisé peu de temps avant, par le peuple, le Détachement « A » se retira dans l'ordre vers la forêt. Le Groupement de se Détachement, qui a été fondé dans le Peazão, donna la supériorité à l'adversaire, il n'accepta pas le combat, mais sauva ses effectifs, son armement et divers matériels. »

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Bulletin n°1

Nous désirons amorcer un cycle de réflexion sur la question culturelle que les communistes doivent porter impérativement à notre époque. La question culturelle n'est pas nouvelle, Antonio Gramsci, le fondateur du Parti Communiste Italien l'avait placé comme question centrale pour créer les possibilités d'une révolution. Il a élaboré notamment le concept de "d'hégémonie culturelle", concept d'une importance capitale à notre époque. Rien de tel qu'une expérience pratique pour commencer ce cycle de réflexion. Nous n'avons aucune prétention sauf de progresser et de re-construire un mouvement communiste qui se donne les moyens de renverser ce monde et d'en bâtir un sans chaîne ni oppression.


"Le marxiste doit continuellement lutter contre les aspects arbitraires de sa philosophie, que ceux-ci soient reliés à des erreurs d'interprétation ou au fait que les structures de la société se modifient."


Il y a des événements qui peuvent sembler anecdotiques mais qui sont d'une grande valeur pour avancer et faire progresser la théorie et la pratique communiste.
Récemment nous avons pu assister à la scission de militants de la JCML de Lyon et Clermont en désaccord avec la direction de leur mouvement. Les militants qui ont déclenché l'affaire ont soulevé une chose importante, qui pourrit littéralement une partie du mouvement révolutionnaire : la question de la CULTURE. Cette question est pour nous communistes, et notamment depuis Gramsci, une question fondamentale, car elle pose la question de l'hégémonie culturelle d'une classe sur une autre et aussi du rôle culturel du Parti communiste.

Voilà un extrait de la réponse du ROCML- JCML à la scission :

« Alors que le Parti communiste de France n’existe pas, ils souhaitent dépenser l’énergie dont nous disposons en allant, non pas vers les luttes du prolétariat, mais en s’activant dans des mouvements à caractère petit bourgeois comme la lutte LGBT et dans d’autres activités de type gauchiste-anarchiste « anti-répression », «anti-fasciste »… déconnectées des luttes ouvrières et des tâches centrales de l’organisation communiste. Ils oublient que nos forces sont faibles, que l’idéologie bourgeoise est forte et que toute l’énergie versée dans des luttes écologiques, démocratiques, sociétales dominées par la petite bourgeoisie radicale et sur ses objectifs est perdue pour les travailleurs. De fait, ils repoussent encore plus loin dans le temps la possibilité de forger en France un véritable Parti communiste. Ils oublient l’enseignement de l’Internationale communiste qui a démontré que le Parti « se crée par la sélection spontanée des travailleurs les plus conscients, les plus dévoués, les plus clairvoyants » (IIème Congrès de l’IC). »

Nous nous demandons comment des communistes, un tant soit peu conséquents, n'arrivent tout simplement pas à comprendre l’Époque. L’Époque, effectivement, est à l'hégémonie économique, culturelle, politique de la bourgeoisie, et donc effectivement certaines luttes, qu'ils nomment « sociétales » et que nous nommerons démocratiques sont menées par « la petite bourgeoisie » conscientisée.

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